Quem responde
Responde no próprio ritmo, pode pular qualquer pergunta e vê o que a plataforma guarda sobre si. Exportar os dados e sair são botões, não pedidos por e-mail.
Conexões. Trajetórias Fortalecidas.
A SOMOS transforma a percepção de quem trabalha em dados, sinais e planos de ação — para a instituição cuidar das pessoas antes que o problema apareça. A gestão dos riscos psicossociais que a NR-1 exige sai desse mesmo ciclo.
O que a SOMOS entrega
Uma pesquisa anual é uma foto: não mostra que a escala noturna piorou por três semanas seguidas, nem se a ação tomada adiantou. A SOMOS escuta com frequência e devolve à instituição o que ela precisa para agir cedo.
Quem trabalha conta como está a semana: carga, jornada, relações, apoio. Dois minutos.
As respostas viram médias por unidade e por área, com a série de cada rodada.
Queda sustentada vira alerta para a equipe técnica. Sinal é aviso para olhar de perto — não é diagnóstico.
Cada ação nasce de um dado, ganha responsável e prazo, e tem o efeito medido na rodada seguinte.
Como funciona
A implantação é feita com a equipe SOMOS. Em poucas semanas a primeira rodada está no ar — e é a segunda que mostra se o cuidado funcionou.
Cadastro da instituição, das unidades e das áreas — a árvore que organiza todos os recortes.
A lista de colaboradores entra por planilha; cada pessoa recebe um código curto para ativar o acesso.
A equipe técnica publica a coleta. Cada instituição tem o seu calendário.
Um check-in de dois minutos, no aplicativo ou no navegador. Recusar uma pergunta é tão fácil quanto responder.
Médias por área, sempre com no mínimo cinco respondentes. Recorte menor aparece protegido.
Uma fila com os sinais da rodada, sob sigilo profissional e com cada abertura registrada.
Ações com responsável e prazo. A rodada seguinte mostra se funcionou — é aí que o cuidado vira histórico.
Quem vê o quê
A separação entre quem responde, quem gerencia e quem cuida não é uma tela escondida: é regra do banco de dados, testada a cada mudança.
Responde no próprio ritmo, pode pular qualquer pergunta e vê o que a plataforma guarda sobre si. Exportar os dados e sair são botões, não pedidos por e-mail.
Administra a lista de pessoas e acompanha médias por área, com tendência e alertas. Não tem caminho até a resposta de ninguém.
Psicólogo com registro no CRP. Aprova o conteúdo das perguntas, olha os sinais sob sigilo e assina o relatório.
Implanta a instituição, organiza rodadas e acessos, e acompanha a operação. Todo acesso administrativo fica registrado em trilha de auditoria.
A plataforma
Para quem responde, uma conversa de dois minutos. Para quem gerencia, o mapa por área. Entre as duas telas existe uma regra que o banco de dados aplica sozinho: nenhum caminho leva de um painel até uma pessoa.
Uma pesquisa que a pessoa acha que o chefe vai ler não mede como ela está: mede o que é seguro dizer. Por isso a proteção aqui não é promessa de política interna, é garantia técnica — o banco de dados recusa a consulta que exporia alguém. Peça a qualquer fornecedor que prove o anonimato que anuncia; a SOMOS prova o dela numa sessão curta com o seu encarregado de dados.
E o que anonimato não quer dizer aqui. A resposta continua ligada a quem respondeu — é isso que permite você ver o seu próprio histórico, exportar os seus dados, revogar a participação e ser acolhido quando pede ajuda. Nada disso existiria num dado solto. A garantia é de escopo, e é ela que está no banco: não existe consulta que leve a sua instituição até a sua resposta. Preferimos dizer isso com todas as letras a vender uma palavra mais curta que não se sustenta na primeira pergunta.
O que a instituição recebe
Painéis com o índice da instituição, participação por rodada, as dimensões avaliadas e as áreas que merecem atenção, para a equipe técnica agir com prioridade.
E o relatório orientado à NR-1: inventário de fatores de risco, severidade, plano de ação com prazos, metodologia declarada e a série histórica de cada rodada.
E a NR-1?
Desde 26 de maio de 2026 a gestão de riscos psicossociais é exigida no Programa de Gerenciamento de Riscos. Em junho o STF suspendeu as multas para abrir uma conciliação, mas não suspendeu a norma, nem a obrigação de gerenciar, nem a responsabilidade do empregador. A fiscalização segue ativa, agora em caráter orientador.
A norma pede exatamente o ciclo que a SOMOS já faz: avaliar, agir, medir o efeito e reavaliar. O relatório sai como consequência — com a série histórica que não se monta às pressas no fim.
Riscos psicossociais passam a integrar o inventário de riscos do PGR
O relatório da SOMOS sai no formato que se anexa ao programa
Nenhum recorte com menos de cinco respondentes é exibido, em nenhum nível
Pesquisa pontual que gera o documento para o PGR. Resolve o papel. Mas é uma foto: quem sinaliza risco com pontuação total baixa desaparece na média, e ninguém fica encarregado de agir sobre o resultado.
Avaliação conduzida por especialistas, com laudo assinado. Resolve o carimbo. Mas ação tomada, efeito medido e comparação com a avaliação anterior — o que a norma pede em cada revisão — não cabem num laudo pontual.
Terapia e meditação como benefício. Ajuda quem procura — e vale manter. Mas mede a pessoa, não o trabalho, e não gera o inventário que o PGR exige.
Metodologia
Um questionário só não dá conta de medir semana a semana e sustentar um inventário de riscos ao mesmo tempo. A plataforma é ferramenta de rastreio e acompanhamento: o relatório sai para assinatura do psicólogo responsável, com registro no CRP. Ela sinaliza e encaminha — nunca emite diagnóstico automático.
Instrumento curto de elaboração própria: sete itens, um por dimensão do trabalho, em revisão pelo responsável técnico. É o termômetro: mede a tendência, não o inventário. Aplicar um questionário longo toda semana derruba a adesão, e dado sem adesão não vale nada.
Questionário psicossocial de Copenhague, com versão validada para trabalhadores brasileiros. Está previsto para a rodada semestral. A versão e o conteúdo ainda dependem de aprovação pelo responsável técnico. O instrumento não está disponível para aplicação nesta versão.
Escala de rastreio da Organização Mundial da Saúde, de domínio público, validada no Brasil. O conteúdo cadastrado ainda está em revisão técnica. O motor suporta prioridade por pergunta de risco configurada, mesmo com a soma total baixa. Isso não significa que o catálogo atual tenha sido aprovado para uso clínico. A tela orienta a busca de ajuda; não é um serviço de atendimento de emergência.
O guia do MTE lista 13 fatores de risco psicossocial. O relatório se posiciona sobre cada um deles — inclusive para declarar o que não foi medido e por quê, que é o que a norma aceita: processo tecnicamente fundamentado, não pontuação.
Para quem
Boa parte das pessoas que mais precisam ser ouvidas não tem computador nem e-mail corporativo. Por isso o check-in acontece onde elas já estão.
Escalas noturnas, UTI, pronto atendimento. Recortes por unidade e por área assistencial, respeitando o mínimo de respondentes.
Dezenas de unidades numa mesma rede, cada uma com seu próprio índice — e o grupo enxergando o conjunto.
Equipes menores, onde o cuidado com a privacidade é ainda mais decisivo para que as pessoas respondam com sinceridade.
Dúvidas frequentes
Não — e isso é de propósito. A SOMOS é uma ferramenta de rastreio e acompanhamento: ela identifica sinais e tendências, e quem avalia é sempre um profissional habilitado. Nenhuma resposta vira laudo, e nenhum resultado deve ser lido como confirmação de transtorno.
Nunca. A instituição enxerga apenas médias por área, calculadas com no mínimo cinco respondentes — regra aplicada pelo próprio banco de dados, não por promessa de política interna. Recortes com menos de cinco pessoas aparecem explicitamente protegidos, sem exceção.
A plataforma pode registrar um sinal para consulta do responsável técnico, conforme os critérios configurados. Isso não confirma leitura, contato ou atendimento. Na fila, o nome e o contato só aparecem quando a pessoa autoriza. O destino do atendimento e os canais precisam ser definidos na implantação. A SOMOS não é um serviço de emergência.
Painéis com o índice por unidade e por área, participação por rodada, alertas de queda sustentada e o relatório orientado à NR-1: inventário de fatores de risco com severidade, plano de ação com prazos e a série histórica de cada rodada, pronto para anexar ao PGR. Instituição pequena, em que um recorte não alcança cinco respondentes, recebe um relatório que explica por que não traz índices — em vez de números que exporiam alguém ou de um vazio que parece falha.
Ajuda quem procura, e vale manter — mas são coisas diferentes. Plataformas de bem-estar cuidam da pessoa que chega até elas. A SOMOS olha o trabalho: carga, jornada, autonomia, relações — e mostra à instituição onde o grupo está adoecendo, para ela agir antes. As duas iniciativas se somam; uma não substitui a outra.
Não. Pesquisa de clima e certificações de marca empregadora medem satisfação — a NR-1 exige avaliação de riscos psicossociais com metodologia reconhecida, inventário com severidade, plano de ação e reavaliação periódica, tudo documentado no PGR. São instrumentos diferentes, com finalidades diferentes; um não substitui o outro.
A SOMOS organiza coletas, resultados agregados, histórico e planos de ação como apoio ao trabalho dos responsáveis da instituição. O catálogo e os critérios precisam de aprovação técnica antes do uso real. O COPSOQ ainda não está disponível, e o SRQ-20 está com conteúdo em revisão. O relatório informa fatores medidos, parciais e não medidos; a ferramenta não certifica conformidade por si só.
Neste momento, não — e isso não muda o que a empresa precisa fazer. Em junho de 2026 o STF suspendeu a aplicação de multas ligadas aos riscos psicossociais (ADPF 1.316) para abrir uma conciliação, e o Plenário confirmou a decisão em agosto. O que NÃO foi suspenso: a NR-1 segue em vigor, a obrigação de gerenciar os riscos continua, a fiscalização continua ativa em caráter orientador, e a responsabilidade do empregador pela saúde mental não mudou. Na prática, a exposição hoje é a ação trabalhista por adoecimento, não a autuação — e essa nunca esteve suspensa.
Pode — e é justamente a espera que sai cara. Histórico não se fabrica depois: a norma exige que cada revisão do inventário compare com a avaliação anterior, e quem começa quando a sanção voltar terá uma única medição isolada para mostrar. Quem começa agora chega lá com série histórica, ações registradas e efeito medido. É a diferença entre ter o documento e ter a prova.
Compare o escopo demonstrado: gestão de rodadas, privacidade por perfil, histórico, plano de ação e exportação de relatório. Na SOMOS, esses fluxos podem ser apresentados com dados de demonstração. Conteúdo clínico, canais de contato e atendimento dependem de validação na implantação. Preço isolado não mostra quais etapas cada proposta inclui.
Semanas, não meses. A estrutura de unidades e áreas é cadastrada em uma tarde, a lista de colaboradores entra por planilha e cada pessoa recebe um código curto, que a instituição distribui como preferir: mensagem, e-mail, QR ou papel. A primeira rodada pode estar rodando dentro do mesmo mês.
Vamos conversar
Em uma conversa curta, a equipe SOMOS mostra a plataforma com uma instituição de demonstração, do check-in ao relatório, e como a primeira rodada entra no ar. Traga o time técnico e o encarregado de dados se quiser: a garantia de privacidade se demonstra ali mesmo, contra o banco.