A pessoa responde
Um check-in curto, de um a dois minutos, no aplicativo ou pelo link no navegador — quem não quiser instalar nada, não instala. Anônimo, e a tela lembra disso o tempo todo.
Conexões. Trajetórias Fortalecidas.
Várias ferramentas entregam um documento para a fiscalização. A SOMOS entrega o ciclo inteiro que a norma pede: check-in de dois minutos toda semana, no aplicativo ou no navegador, com anonimato garantido pelo banco de dados; acolhimento por psicólogo para quem sinaliza; ação com responsável e prazo; e a série histórica que não se monta às pressas no fim.
Por que agora
Desde 26 de maio de 2026 a gestão de riscos psicossociais é exigida no Programa de Gerenciamento de Riscos. Em junho o STF suspendeu as multas para abrir uma conciliação, mas não suspendeu a norma, nem a obrigação de gerenciar, nem a responsabilidade do empregador. A fiscalização segue ativa, agora em caráter orientador.
O que muda com isso é o prazo da autuação, não a exposição. E uma avaliação pontual atende só o item mais barato da norma: não sustenta a instituição numa fiscalização de verdade, e não muda a vida de ninguém que respondeu.
Riscos psicossociais passam a integrar o inventário de riscos do PGR
O relatório da SOMOS sai no formato que se anexa ao programa
Nenhum recorte com menos de cinco respondentes é exibido, em nenhum nível
Como funciona
Uma pesquisa anual é uma foto. A norma pede um filme: avaliar, agir, medir o efeito e reavaliar — porque é a repetição que mostra se uma ação deu certo.
Um check-in curto, de um a dois minutos, no aplicativo ou pelo link no navegador — quem não quiser instalar nada, não instala. Anônimo, e a tela lembra disso o tempo todo.
As respostas viram médias por unidade e por área, com alertas quando uma dimensão cai de forma sustentada. Nunca uma pessoa: sempre um grupo.
Cada ação nasce de um dado, ganha responsável e prazo, e tem o efeito medido na rodada seguinte. Prazo vencido em aberto sai sinalizado no próprio relatório — o achado mais comum de fiscalização não fica escondido do contratante.
A diferença
Quem pesquisa "NR-1 psicossociais" encontra três tipos de oferta. Vale conhecer as três com honestidade — inclusive o que cada uma resolve de verdade — antes de entender o que nenhuma delas fecha.
Pesquisa pontual que gera o documento para o PGR, por poucos reais por pessoa. Resolve o papel. Mas é uma foto: soma pontos, promete anonimato em política de uso e para por aí — quem sinaliza risco com pontuação total baixa simplesmente desaparece na média, e ninguém fica encarregado de agir sobre o resultado.
Avaliação conduzida por especialistas, com laudo assinado. Resolve o carimbo. Mas mesmo quando inclui acompanhamento, o laço não fecha dentro do documento: ação tomada, efeito medido e comparação com a avaliação anterior — que é o que a norma pede em cada revisão do inventário — não cabem num laudo pontual.
Terapia e meditação como benefício. Ajuda quem procura — e vale manter. Mas os instrumentos dessas plataformas medem a pessoa, não o trabalho: não cobrem os 13 fatores de risco do guia do MTE e não geram o inventário que o PGR exige. Benefício não é gestão de risco.
A SOMOS fecha o ciclo que os três deixam aberto: mede toda semana, transforma dado em ação com responsável e prazo, acolhe quem sinaliza e documenta tudo no formato do PGR. O papel sai como consequência do cuidado — não no lugar dele.
A plataforma
Para quem responde, uma conversa de dois minutos. Para quem gerencia, o mapa por área. Entre as duas telas existe uma regra que o banco de dados aplica sozinho: nenhum caminho leva de um painel até uma pessoa.
Uma pesquisa de clima que a pessoa acha que o chefe vai ler não mede clima nenhum: mede o que é seguro dizer. Por isso o anonimato aqui não é promessa de política interna, é garantia técnica — o banco de dados recusa a consulta que exporia alguém. Peça a qualquer fornecedor que prove o anonimato que anuncia; a SOMOS prova o dela numa sessão curta com o seu encarregado de dados.
E o que anonimato não quer dizer aqui. A resposta continua ligada a quem respondeu — é isso que permite você ver o seu próprio histórico, exportar os seus dados, revogar a participação e ser acolhido quando pede ajuda. Nada disso existiria num dado solto. A garantia é de escopo, e é ela que está no banco: não existe consulta que leve a sua instituição até a sua resposta. Preferimos dizer isso com todas as letras a vender uma palavra mais curta que não se sustenta na primeira pergunta.
O que a instituição recebe
Painéis com o índice da instituição, participação por rodada, as dimensões avaliadas e as áreas que merecem atenção, para a equipe técnica agir com prioridade.
E o relatório orientado à NR-1: inventário de fatores de risco, severidade, plano de ação com prazos, metodologia declarada e a série histórica de cada rodada.
Metodologia
Um questionário só não dá conta de medir semana a semana e sustentar um inventário de riscos ao mesmo tempo. A plataforma é ferramenta de rastreio e acompanhamento: o relatório sai para assinatura do psicólogo responsável, com registro no CRP. Ela sinaliza e encaminha — nunca emite diagnóstico automático.
Instrumento curto de elaboração própria: sete itens, um por dimensão do trabalho, em revisão pelo responsável técnico. É o termômetro: mede a tendência, não o inventário. Aplicar um questionário longo toda semana derruba a adesão, e dado sem adesão não vale nada.
Questionário psicossocial de Copenhague, com versão validada para trabalhadores brasileiros. É o instrumento da rodada semestral, aplicado na íntegra — a licença não admite recorte —, e é ele que dá lastro metodológico ao inventário do PGR diante de um auditor. A primeira rodada semestral acontece no sexto mês do acompanhamento.
Escala de rastreio da Organização Mundial da Saúde, de domínio público, validada no Brasil. Um sinal elevado não vira laudo: abre acolhimento na hora, com encaminhamento ao responsável técnico. E resposta afirmativa a uma pergunta de risco gera sinal imediato mesmo com a soma total baixa — num formulário que só soma pontos, essa pessoa desaparece na média. A tela de acolhimento traz o CVV, 188, antes de qualquer outra coisa.
O guia do MTE lista 13 fatores de risco psicossocial. O relatório se posiciona sobre cada um deles — inclusive para declarar o que não foi medido e por quê, que é o que a norma aceita: processo tecnicamente fundamentado, não pontuação.
Para quem
Boa parte das pessoas que mais precisam ser ouvidas não tem computador nem e-mail corporativo. Por isso o check-in acontece onde elas já estão.
Escalas noturnas, UTI, pronto atendimento. Recortes por unidade e por área assistencial, respeitando o mínimo de respondentes.
Dezenas de unidades numa mesma rede, cada uma com seu próprio índice — e o grupo enxergando o conjunto.
Equipes menores, onde o cuidado com o anonimato é ainda mais decisivo para que as pessoas respondam com sinceridade.
Dúvidas frequentes
Não — e isso é de propósito. A SOMOS é uma ferramenta de rastreio e acompanhamento: ela identifica sinais e tendências, e quem avalia é sempre um profissional habilitado. Nenhuma resposta vira laudo, e nenhum resultado deve ser lido como confirmação de transtorno.
Nunca. A instituição enxerga apenas médias por área, calculadas com no mínimo cinco respondentes — regra aplicada pelo próprio banco de dados, não por promessa de política interna. Recortes com menos de cinco pessoas aparecem explicitamente protegidos, sem exceção.
Quando as respostas indicam necessidade de apoio, o psicólogo responsável — profissional com registro no CRP — conduz o acolhimento, sob sigilo profissional. Na fila dele a pessoa aparece como um código: o nome e o contato só são revelados se ela própria autorizar, e ela pode voltar atrás depois. O empregador não é informado em hipótese nenhuma. Em emergência, o CVV atende 24 horas pelo 188.
Painéis com o índice por unidade e por área, participação por rodada, alertas de queda sustentada e o relatório orientado à NR-1: inventário de fatores de risco com severidade, plano de ação com prazos e a série histórica de cada rodada, pronto para anexar ao PGR. Instituição pequena, em que um recorte não alcança cinco respondentes, recebe um relatório que explica por que não traz índices — em vez de números que exporiam alguém ou de um vazio que parece falha.
A norma exige identificação, avaliação e gestão documentada dos riscos psicossociais. A SOMOS cobre o ciclo completo: mede semana a semana com um pulso curto próprio, ancora a avaliação semestral no COPSOQ — o questionário de Copenhague, com versão validada para trabalhadores brasileiros, aplicado na íntegra — e rastreia sofrimento com o SRQ-20 da OMS. Isso vira inventário com severidade fator a fator, ação registrada e efeito medido na rodada seguinte, com a comparação entre rodadas que a norma exige na revisão.
Neste momento, não — e isso não muda o que a empresa precisa fazer. Em junho de 2026 o STF suspendeu a aplicação de multas ligadas aos riscos psicossociais (ADPF 1.316) para abrir uma conciliação, e o Plenário confirmou a decisão em agosto. O que NÃO foi suspenso: a NR-1 segue em vigor, a obrigação de gerenciar os riscos continua, a fiscalização continua ativa em caráter orientador, e a responsabilidade do empregador pela saúde mental não mudou. Na prática, a exposição hoje é a ação trabalhista por adoecimento, não a autuação — e essa nunca esteve suspensa.
Pode — e é justamente a espera que sai cara. Histórico não se fabrica depois: a norma exige que cada revisão do inventário compare com a avaliação anterior, e quem começa quando a sanção voltar terá uma única medição isolada para mostrar. Quem começa agora chega lá com série histórica, ações registradas e efeito medido. É a diferença entre ter o documento e ter a prova.
Se a instituição precisa apenas do documento, essas ferramentas cumprem esse papel — e não fingimos o contrário. O que elas entregam é uma pesquisa com relatório: aplica-se uma vez, soma pontos e promete anonimato na política de uso. O que não entregam é o que vem depois do formulário: rodada contínua com alerta de queda, sinal de risco que aparece mesmo com pontuação total baixa, acolhimento por psicólogo, plano de ação com efeito medido e prazo vencido visível, série histórica comparável a cada revisão. A conta certa não é o preço do papel: é o custo de uma adesão baixa que invalida o dado, e o de um pedido de ajuda que ninguém leu.
Ajuda quem procura, e vale manter — mas são coisas diferentes. Plataformas de bem-estar medem e cuidam da pessoa, com instrumentos clínicos individuais. A NR-1 exige avaliar o trabalho — carga, jornada, autonomia, relações, assédio, entre os 13 fatores do guia do MTE — e documentar isso no inventário do PGR, com plano de ação e revisão periódica. Instrumento clínico individual não gera esse inventário. As duas iniciativas se somam; uma não substitui a outra.
Não. Pesquisa de clima e certificações de marca empregadora medem satisfação — a NR-1 exige avaliação de riscos psicossociais com metodologia reconhecida, inventário com severidade, plano de ação e reavaliação periódica, tudo documentado no PGR. São instrumentos diferentes, com finalidades diferentes; um não substitui o outro.
Semanas, não meses. A estrutura de unidades e áreas é cadastrada em uma tarde, a lista de colaboradores entra por planilha e cada pessoa recebe um código curto, que a instituição distribui como preferir: mensagem, e-mail, QR ou papel. A primeira rodada pode estar rodando dentro do mesmo mês.
Com uma conversa de diagnóstico. Depois, a implantação é rápida: cadastro da estrutura de unidades e áreas, importação da lista de colaboradores por planilha e distribuição dos códigos de convite. Em poucas semanas a primeira rodada está no ar.
Vamos conversar
Nem a sua instituição precisa resolver a NR-1 sozinha. Em uma conversa curta, a equipe SOMOS mostra onde vocês estão, o que falta documentar e como a primeira rodada entra no ar. Traga o time técnico e o encarregado de dados se quiser: a garantia de anonimato se demonstra ali mesmo, contra o banco.